VelloOficina

Privacidade e dados

O VelloOficina é um sistema contratado por uma oficina. Os dados tratados aqui pertencem a ela, que é a controladora; a Vellow Sistemas atua como operadora, tratando os dados conforme a instrução da oficina.

Esta página descreve como o sistema é construído em torno da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018). Não é uma declaração de intenção — é a descrição do que o software faz.

Que dados o sistema guarda

A placa é um dado pessoal

Placa, chassi e Renavam identificam um veículo e, por ele, uma pessoa. O sistema trata esses campos como dado pessoal: eles nunca saem numa listagem pública, e o histórico do veículo só é visível para quem tem acesso à unidade que o atendeu.

Quem vê o quê

O acesso é recortado por duas dimensões que valem sempre: a conta (o isolamento entre oficinas diferentes) e a unidade (o recorte dentro da mesma oficina). Um consultor de uma unidade não abre a fila da outra, e o recorte é refeito no servidor a cada requisição, a partir do banco — não do que o navegador manda.

O que fica registrado

O sistema guarda uma trilha de auditoria com quem fez, o que fez, quando e de qual endereço IP. Entram nela as entradas no sistema (inclusive as recusadas), inclusões, alterações e exclusões, aprovações de orçamento, mudanças de status da ordem, reservas e liberações de peça, baixas de estoque, recebimentos e entregas.

A trilha não aceita alteração nem exclusão — a restrição está no banco de dados, por gatilho, e vale inclusive para quem tem acesso administrativo ao servidor. Uma trilha que pode ser editada não serve para nada: ela existe justamente para o caso em que alguém quer que um registro não tenha existido.

Por que alguns registros não se apagam

Ordem de serviço, movimento de estoque, histórico de status e reserva de peça têm valor probatório e fiscal. Eles não são apagados: cliente e veículo desativados saem das listas e das buscas, mas as ordens que assinaram continuam existindo. Correção de estoque é lançamento novo — nunca a edição do lançamento antigo, que faria todo saldo posterior mentir sobre o passado.

A foto do para-choque tirada no check-in é prova de estado na chegada. Ela existe para proteger as duas partes — a oficina, de um risco que já estava; o cliente, de um risco que apareceu ali.

Consentimento para comunicação

Lembrete de revisão e comunicação de marketing dependem de consentimento registrado com a data, gravada pelo servidor no momento em que o cliente autoriza. Um "ele aceitou" sem quando não prova nada numa fiscalização. Quem não consentiu continua aparecendo na lista de retorno da oficina — com o aviso de que não autorizou contato, porque a decisão de ligar é de quem responde por ela.

Compartilhamento

Os dados não são vendidos nem cedidos. O compartilhamento acontece apenas com o fornecedor de infraestrutura que hospeda o sistema e, quando a oficina ativar, com os provedores de nota fiscal e de mensagem que ela mesma contratar.

Segurança

Direitos do titular

O titular pode pedir confirmação do tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade e informação sobre com quem os dados foram compartilhados. O pedido é feito à oficina, que é a controladora. A Vellow Sistemas atende à oficina no que for necessário para responder.

Contato

Vellow Sistemas · CNPJ 68.606.958/0001-64 · contato@vellowsistemas.com.br · (41) 99155-8119